Morango
Colhido a poucos quilômetros da loja. Doçura máxima do fim do inverno ao meio da primavera, quando o dia esquenta mas a noite ainda é fria.
Toda fruta tem o seu mês. Aqui você vê o que está no auge agora, de onde ela vem e como estão as árvores que abastecem a nossa banca em Parque da Fonte.
Use o seletor para navegar pelas estações. As frutas fora da estação escolhida ficam esmaecidas — continuam na loja, só não estão no pico.
Colhido a poucos quilômetros da loja. Doçura máxima do fim do inverno ao meio da primavera, quando o dia esquenta mas a noite ainda é fria.
O cítrico do frio paranaense: casca que solta fácil, gomos doces e aquele perfume que toma conta da banca inteira.
A safra principal vai do outono ao fim do inverno. Pera, lima e bahia se revezam na banca conforme o mês.
Colhida no outono no Sul do país e conservada em câmara fria — por isso chega crocante o ano inteiro. Gala e Fuji são as mais pedidas.
Produzido no Sul do Brasil em parreirais parecidos com os da uva. Safra concentrada entre maio e setembro — o resto do ano vem do Chile.
Fruta símbolo do outono. Chocolate, rama-forte e fuyu chegam em sequência — do bem molinho ao de morder firme.
No verão vem dos parreirais do Sul; no resto do ano, do São Francisco, onde a parreira produz duas safras. Thompson, Itália e as sem semente.
Palmer, Tommy e Espada percorrem cerca de 2 mil km até o CEASA de Curitiba. Chega firme e termina de amadurecer na fruteira de casa.
Pérola e havaí o ano todo, com pico no verão. A coroa firme e a base levemente amarela são o sinal de ponto certo.
A fruta do calor. Vem inteira ou em pedaço, e a gente escolhe pelo som oco e pela mancha amarela de quem amadureceu no chão.
O Nordeste colhe melão justamente quando o Sul está no frio — amarelo, gália e cantaloupe chegam doces na contramão da estação.
Capital nacional do mamão, colhido e despachado o ano todo. O formosa é maior e para partir; o papaya, do tamanho de servir sozinho.
Nanica, prata e caturra chegando o ano inteiro de um dos berços da banana no Brasil, ali do lado. A pinta na casca é sinal de açúcar no ponto.
Janela curta de verão para a ameixa nacional, colhida na serra do Rio Grande do Sul. Firme para durar, macia para comer na hora.
Roxo de Valinhos no auge do verão. Delicado: chega em camada única, direto da câmara fria para a gôndola, para não amassar.
Breda, margarida e hass entram do outono ao inverno. Cede de leve na palma da mão quando está pronto para a vitamina ou o guacamole.
A trepadeira produz mais no calor. Casca lisa é fruta nova; casca enrugada é o açúcar concentrando — ótimo para suco.
Da primavera ao verão, colhidos no interior de São Paulo e no Sul. Aroma forte no pé da caixa é o melhor teste de ponto.
Cada fruta da estação começa assim: um pé, uma parreira ou uma touceira no ponto de colheita, em algum lugar entre o Nordeste e o Sul do Brasil.
Laranjeiras e mexeriqueiras do interior do Paraná ficam pesadas de fruta no auge do inverno — a época mais doce do ano para o citros.
Em Fraiburgo e Vacaria, as macieiras são colhidas no outono. O que não vai direto pra banca descansa em câmara fria e sai crocante o ano todo.
Fios baixos e cachos pendurados até quase o chão. No São Francisco a parreira dá duas safras por ano; no Sul, a colheita é a cara do verão.
Cada touceira solta um cacho por vez. Colhida verde e madurada com calma, a banana chega na loja sem passar do ponto.
Da árvore carregada à sua mesa, sempre pelo mesmo caminho — e no menor tempo possível.
Norte, Nordeste ou Sul do Brasil
Transporte refrigerado até o Paraná
Maior entreposto do estado
Escolha manual, fruta por fruta
Reposição diária em Parque da Fonte
Fresca no mesmo dia
A safra muda toda semana. Mande uma mensagem e a equipe te conta exatamente o que entrou na banca e está no melhor preço.